A Propósito da Comunidade da Enseada da Baleia na Ilha do Cardoso

A população da enseada da baleia. moradores tradicionais da Ilha do Cardoso  já sofre os impactos das mudanças climáticas, com a perda de suas cass  e a erosão provocada pelas correntes do mar pequeno em Cananéia. Como solução para reassentamento podem ser retirados da Ilha e perderem suas raizes. Um movimento de solidariedade cresce para apoiá-los a permanecerem na Ilha onde sempre viveram. Relembrei no evento de solidariedade a eles do Esequiel o lider da comunidade do Marujá em 1985/1987 ( que soube hoje já falecido), que tanto nos orgulhava de nossos trabalho conjunto com a SUDELPA para apoiar os pescadores artesanais e para conservar e colocar no mercado o seu pescado. Agora os problemas socioambientais se agravaram! Vamos ajudar essa comunidade dando o apoio material e político que precisam. Relocação e reassentamento para dentro da própria Ilha do Cardoso!

Retoma aqui um outro post sobre o tema, que comprova que o Governo André Franco Montoro foi um governo comprometido com as lutas sociais e democraticas e pela inclusão social. Tenho muito orgulho de ter participado daquele governo.

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ivanmaglio.wordpress.com/2015/09/30/a-experiencia-da-equipe-da-sudelpa-durante-o-governo-franco-montoro-em-uma-palavra-boas-noticias-seu-acir/

 

Califórnia proíbe oficialmente o uso de sacolas de plástico

Boa decisão, a ser adorada nas cidades brasileiras

Comunicação Ambiente Sustentabilidade

Fonte: https://www.flickr.com/photos/sidknee23/4051859884/ Fonte: https://www.flickr.com/photos/sidknee23/4051859884/

O objetivo é incentivar o uso de sacolas de compras reutilizáveis.

Por Redação do site Razões para Acreditar

Uma sacola de plástico demora, em média, 1.000 anos para se decompor completamente. Todos os anos, os norte-americanos jogam fora 100 bilhões de sacolas de plástico, causando enormes danos no meio ambiente e colocando em risco a vida de várias espécies de animais – principalmente espécies marinhas, como baleias, peixes, tartarugas e focas.

Pensando nisso, o estado da Califórnia criou um referendo, o California Plastic Bag Veto Referendum, para consultar sua população sobre a proibição do uso de sacolas plásticas. O referendo foi realizado no dia 8 de novembro e teve 51,97% de votos a favor da proibição.

A nova lei estadual não proíbe a produção de sacolas plásticas, mas será cobrado dos clientes 10 centavos por sacola utilizada. O objetivo é incentivar o uso de sacolas de compras reutilizáveis…

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Amazônia: desmatamento sobe 29%, o maior em 8 anos

É preciso controlar o desmatamento que aumentou 29%!

Comunicação Ambiente Sustentabilidade

Em 2016, 7.989 km2 de floresta viraram cinza na Amazônia, causando emissão de carbono equivalente a dois Portugais; governo reage aumentando transparência de cadastro rural

Por Claudio Angelo, do Observatório do Clima

O desmatamento na Amazônia subiu pelo segundo ano consecutivo em 2016. E que subida: a taxa de devastação foi de 7.989 quilômetros quadrados, 29% superior à de 2015 – que, por sua vez, já havia sido 24% maior que no ano anterior.

É o maior aumento na velocidade do desmatamento desde 2008, ano em que um pico de devastação fez o governo endurecer a vigilância e cortar crédito de fazendeiros nos municípios mais críticos. É também o maior aumento percentual desde 2001, empatado com 2013. A área perdida equivale a 5,3 vezes a cidade de São Paulo. No acumulado, somente nesta década a Amazônia perdeu o equivalente a meio Panamá.

A estimativa anual do Prodes, o sistema de…

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Um olhar crítico sobre o Acordo do Clima de Paris “O Acordo decola, a multidão vai à loucura, gritos, lágrimas, abraços e beijos calorosos quebram o protocolo. Em meio a essa comoção, estávamos eu e Camila Moreno (uma das autoras desse ensaio) sentados no plenário “overflow” juntamente com grande parte dos negociadores e membros da sociedade civil. De um lado, estávamos comovidos com a conclusão de um longo e duro processo. Ao contrário de Copenhague (COP 15), agora sim temos um acordo global para combater as mudanças climáticas, aplicável a todos os países. Por outro lado, sentíamos que não tínhamos muito que comemorar. Durante o processo de negociação vimos escapar entre os dedos dos negociadores elementos que poderiam ter tornado o acordo muito mais significativo. O acordo promete manter a temperatura “bem abaixo dos 2 °C acima do níveis pré-industriais e se esforçar para limitar o aumento da temperatura a 1.5°C” (Art. 3, 1/CP.21). No entanto, todas as medidas voltadas para limitar as emissões, dividir o orçamento de carbono de modo equitativo e descarbonizar a economia foram eliminadas da versão final do documento. No seu lugar, o acordo estabelece que as partes deverão antecipar o pico das emissões (sinalizando que ainda poderão crescer substancialmente), e alcançar “um balanço entre emissões antropogênicas e remoções de gases de efeito estufa durante a segunda metade desse século” (Art. 4, 1/CP.21). Além disso, a partir de um texto proposto pela União Europeia e Brasil três dias antes do fim das negociações, foi criado um conjunto de “mecanismos de cooperação” que possibilitam que as reduções de emissões adicionais à meta realizadas por um país sejam transformadas em créditos carbono no formato de Resultados Internacionalmente Transferíveis de Mitigação (ITMOs da sigla em inglês para Internationally Transferred Mitigation Outcome) que podem ser vendidos e transferidos para que outro possa alcançar sua meta. Como as metas são contribuições voluntárias e nacionalmente eterminadas (NDC), temos um sistema que premia a pouca ambição de uns e a falta de ação de outros. Por exemplo, países como o México que poderão aumentar as emissões em 59% até 2030 em relação a 2011 e ainda se manter dentro da meta. Porém, se o México aumentar as emissões em uma porcentagem menor, mesmo que por questões econômicas sem vinculação às políticas ambientais, poderão ainda sim vender seus ITMOs para que países como os Estados Unidos possam alcançar suas magras metas climáticas.” inhttps://br.boell.org/pt-br/2016/11/01/metrica-do-carbono-abstracoes-globais-e-epistemicidio-ecologico

COP 22 chega ao último dia sem avanços expressivos nas negociações climáticas

Poucos avanços é muito a fazer. O Brasil precisa avançar e cumprir seus compromissos! Em especial conservar nossas florestas e agregar valo a elas com o REED

Comunicação Ambiente Sustentabilidade

Países reafirmaram determinação em aplicar o Acordo de Paris em meio a incertezas causadas pela eleição de Donald Trump.

Do G1 / France Presse

18/11/2016 – As negociações de quase 190 países se encerram nesta sexta-feira (18) em Marrakesh na conferência climática da ONU, sem avanços expressivos, mas tendo reafirmado a sua determinação em aplicar o Acordo de Paris, apesar da incerteza criada pela eleição do cético do clima Donald Trump.

“Os progressos não foram espetaculares (…) mas pelo menos não houve bloqueio”, disse o representante de Granada, em nome dos pequenos Estados insulares.

“As discussões foram construtivas, mas também um pouco caóticas, e há muito a fazer”, admitiu um negociador europeu. “O Acordo de Paris decidiu o que fazer, as discussões na COP22 têm-se centrado sobre como fazê-lo”, disse ele.

Como garantir que os US$ 100 bilhões anuais prometidos aos países em desenvolvimento serão aplicados em 2020? Como preparar…

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Noticias da COP 22 – Marrakesh. A delegaçao brasileira com muitas entidades fizeram uma carta para cobrar a evolução da nossa Contribuição contra as mudanças climáticas consideradas tímidas, a exemplo de plantios de floresta nativa e redução das emissões . Cobramos a suspensão da PEC que libera as usinas a carvão, o controle do desmatamento que vem aumentando e o reforço econômico ao RED para valorização das florestas plantadas. Excelente papel de Alfredo Sirkis, Mário Mantovani e senadores Teo Viana e Vanessa Graziotin. O ministro do meio ambiente reafirmou a punição e até o fechamento da Samarco, a não concessão a Usina de Tapajós e o reforço para a redução do desmatamento No plano geral Europa, com Rússia e a China garantirão o acordo de Paris contra a posição dos EUA pós Trump. Aumenta a necessidade do Brasil assumir sua liderança com os BRICs é um posicionamento digno. A meta de redução tem que ser de 1,5 graus ou menor para redução das emissões globais

Marrakech, 2016: jovens promovem cobertura colaborativa da COP22

Excelente iniciativa para divulgação da implementação do acordo de Paris em Marrakesh.

Comunicação Ambiente Sustentabilidade

Há um ano, os olhos do mundo se voltaram para a Conferência ONU sobre o Clima (COP21), em Paris, para ver assinado um Acordo Global do Clima que dará início a uma nova fase no combate ao aquecimento global e suas consequências. Agora, de 7 a 18 de novembro, a cidade de Marrakech, no Marrocos, […]

via Marrakech, 2016: jovens promovem cobertura colaborativa da COP22 — Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo

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