Risco de tragédia no Morumbi na saída do Show dos Rolling Stonnes.

O Estádio do Morumbi está defasado, podre e caindo aos pedaços. À saída do show dos Stonnes teve cenas de horror. Cerca de 30mil pessoas ficaram encurraladas no corredor interno que circula o estád…

Fonte: Risco de tragédia no Morumbi na saída do Show dos Rolling Stonnes.

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Risco de tragédia no Morumbi na saída do Show dos Rolling Stonnes.

O Estádio do Morumbi está defasado, podre e caindo aos pedaços. À saída do show dos Stonnes teve cenas de horror. Cerca de 30mil pessoas ficaram encurraladas no corredor interno que circula o estádio internamente, sem janelas, e com uma única saída em um único portão com menos de 2 metros de largura (portão 6) , num calor de 40 graus e com diversas quedas de energia. O local cheio de carros da “diretoria”. Pessoas passando mal e um japonês da defesa civil vendo o “gado” passar numa situação desesperadora sem fazer nada. Por muito pouco não aconteceu uma tragédia. Decididamente se o governo paulista não proibir shows por lá será conivente com uma eventual tragédia. Apesar desse absurdo de colocar 65mil pessoas em “risco” o show foi lindo mas poderia ter sido em outro estádio menos perigoso. São Paulo não merece essa vergonha! À saída pior ainda, gente passando mal com hipoglicemia e um congestionamento monstro ao lado do palácio do Governo. Cidade abandonada do poder público inoperante! A direção do clube  quer ganhar dinheiro com o aluguel do Estadio. se lixando para o risco em que coloca o público pagante!

A verticalização e o adensamento do novo Zoneamento vão impactar o entorno do Metrô Vila Madalena

Área a ser adensada e verticalizado no entorno da Estação Vila Madalena do Metrô pelo PDE 2014 e referendada pelo projeto de lei de zoneamento em votação na câmara municipal. Vamos ver como essa região vai ficar no futuro? Modernidades do Haddad consideradas um “must” pelos ingênuos da retirada dos carros x metrô. Enquanto o objetivo dele é de fato atender ao mercado imobiliário!

SP Zoneamento: fio de esperança ou desconfiança?

O resultado de um modelo inflexivel que faz uma leitura uniforme da cidade!
“Será que esta maleabilidade pode ser um fio de esperança às demais ZERs que não foram beneficiadas, e terão as benesses de um sistema inteligente mantendo o conceito básico, mas se adaptando às peculiaridades de cada região?” Respondo à sua pergunta Carlos Magno Gibrail:
Acho extremamente dificil pois essa falta de maleabilidade está no cerne do modelo e da metodologia proposta para o zoneamento, que o desconecta do territorio e dos planos regionais e de bairro, e que como premissa uniformiza o tratamento dos corredores especiais de comercio, as regiões a adensar e verticalizar sem estudos ambientais e de planejamento, e até permitirá operações urbanas “sem projeto urbanístico”!
Acrescento, que no caso dos corredores de ZCor, os três modelos propostos apresentam opções muito rígidas para darem conta de todas as situações de conflito. O grande urbanista Jorge Wilheim, criou e aplicamos em 2004 no zoneamento articulado aos Plano Regionais de cada Subprefeitura, os “chamados acordos de vizinhança” presentes no PDE 2002, que permitia buscar soluções específicas de usos adequados para atender as especificidades de cada bairro. Infelizmente essa visão generalizante do zoneamento proposat pela administração Haddad e a direçaõ da SMDU, à guisa de simplificação, jogou toda essa experiência no lixo e reeditou o zoneamento com um modelo único e rígido, que tem que caber em todas as situações para bairros e subprefeituras, que equivalem a cidades completamente distintos entre si Deu nisso, um modelo que não atende e nem resolve grande parte das situações e que poderá colocar em risco, conquistas duramente conseguidas, como o equlibrio entre bairros residências, zonas mistas com predominância para o uso residencial, e zonas de centralidade com predominancia para o comercio e serviços, e a consideração importantíssima de que a via e não apenas o lote são elementos chaves para a regulação dos usos. permitidos.

Fonte: SP Zoneamento: fio de esperança ou desconfiança?