O primeiro telhado verde com floresta de Mata Atlântica é em São Paulo

Árvores de São Paulo

Um desafio importante da sustentabilidade urbana no Brasil é equilibrar a cidade construída com a sua rica natureza original. Ainda distantes desse objetivo, nossas cidades apresentam pouca vegetação e o desaparecimento da biodiversidade nativa.

Como melhorar esse quadro em cidades que foram pensadas para edifícios e carros, e não o verde? Uma solução para regiões adensadas é aumentar a vegetação e seus benefícios através de telhados verdes. Mas não aqueles feitos para a realidade de países frios e com urbanismo de primeiro mundo, mas algo que respeite a realidade brasileira.

Além desse blog, um dos nossos trabalhos é desenvolver métodos que permitam a biodiversidade nativa retornar para as cidades. Depois de mais de cinco anos de pesquisas, conseguimos criar um método inovador para telhados verdes com o máximo de funções ambientais, que reproduz a dinâmica da floresta tropical, e permite uma verdadeira Mata Atlântica na cobertura de prédios com apenas 15 cm de espessura de uma…

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Inaceitável, Dudu, inaceitável…

Grande perda! Eduardo Galeano

Blog da Boitempo

15 04 13 Emir Sader Galeano

Por Emir Sader.

Em uma viagem de Havana a Managua, falando de coisas de um tempo em que as mortes de amigos e companheiros estavam na ordem do dia, Cortázar me disse, simplesmente o seguinte:

– Emir, a morte é inaceitável.

O que mais acrescentar a isso?

E que morte hoje é mais inaceitável do que a do Galeano, do Eduardo, do Dudu?

E que palavras para expressar o sentimento, para tentar descrever o que é a vida dele, o que nos deia, a falta que nos fará?

Dizer que era o melhor escritor latioameircano contemporâneo, o melhor ensaísta, o melhor jornalista, o melhor ser humano – não basta. Faltará sempre algo, que só os que tivemos o privilegio da convivência podemos avaliar ou sentir.

Ele nos deu um tempo para sentirmos o que seria a vida sem ele, conforme resistia duramente a doença – “é uma luta aqui…

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Plano de Urbanização Urbana, implantação de Parques Lineares e Corredores Verdes (46 Km de corredores) para São paulo

A pesquisa e a dissertação de mestrado defendida na ESALQ por Juliana Amorim da Costa – Uso de Imagens de Alta Resolução para definição de corredores verdes na cidade de São Paulo é muito útil para subsidiar um Plano de Arborização Urbana para São Paulo. Prevê a necessidade da criuação de 46 km de corredores verdes plantados em sequência em grandes avenidas em canteiros centrais ou em calçadas. A proposta mapeia os trechos das vias e identifica os bairros mais críticos como Mooca, Bela Vista e Água Rasa.  A proposta de criação de corredores verdes e parques lineares já foi objeto do PDE Plano Diretor Estratégico 2002 e está mantida no Plano Diretor 2014, mas precisa deixar de ser apenas uma boa intenção e ser colocada em prática! No Plano de 2014 as áreas verdes, parques lineares e os corredores foi retomada na aprovação do Plano Diretor Estratégico, mas não é até o momento uma prioridade do executivo municipal.
Do Plano Municipal de Arborização Urbana
Art. 286. O Plano Municipal de Arborização Urbana será o instrumento para definir o planejamento, implantação e manejo da arborização urbana no Município, devendo atender aos objetivos e diretrizes contidos nos arts. 267 e 268 e conter, no mínimo:
I – inventário qualitativo e quantitativo da arborização urbana;
II – diagnóstico do déficit de vegetação arbórea por distrito e por Subprefeitura e indicação de ordem de prioridades de arborização;
III – identificação das áreas e logradouros públicos passíveis de recepcionar vegetação arbórea, com a avaliação conjunta de fatores como:
a) largura dos passeios e canteiros;
b) caracterização das vias;
c) presença de fiação elétrica aérea;
d) recuo das construções;
e) largura da pista;
f) características do solo;
g) canalização subterrânea;
h) orientação solar;
i) atividades predominantes;
IV – classificação e indicação das espécies ou conjunto de espécies mais adequadas ao plantio, preferencialmente nativas;
V – objetivos e metas de curto, médio e longo prazo para prover a cidade de cobertura arbórea compatível com a melhoria de indicadores ambientais pertinentes;
VI – implantação de sistema de informações de plantio e manejo da arborização urbana integrado ao Sistema de Informações Ambientais;
VII – programa de educação ambiental à população atendida concomitante no tempo e no espaço com o cronograma de plantio.
Parágrafo único. Até a conclusão do plano referido no “caput”, o manejo e a gestão da arborização urbana será realizada segundo as normas existentes.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,sp-precisa-de-corredor-verde-anti-enchente-diz-pesquisa,709815

https://www.google.com/url?q=http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-10022011-141315/publico/Juliana_Amorim_da_Costa.pdf&sa=U&ei=06ElVZ2DH821sQTQ2oDACQ&ved=0CAMQFjAA&client=internal-uds-cse&usg=AFQjCNGFpLuV6bDyRGg2s1CMT-Qp44D-KA